Tratamento para dependentes químicos menores de idade. O vício das drogas é, de fato, algo desesperador não só para o usuário, mas também para toda a família.

No entanto, na maioria das vezes movidos pela falta de informação e desconhecimento, muitos pais e parentes não buscam por um tratamento para dependentes químicos adequado, o que, consequentemente, pode agravar ainda mais o quadro da pessoa e piorar a situação dentro de casa. WhatsApp

Por isso, o papel dos familiares é fundamental nesse processo e, inclusive, pode ser o primeiro passo para a reintegração do dependente à uma vida normal e saudável. Mas vale lembrar que o momento exige muito controle emocional, paciência e persistência. Saiba mais;

Neste artigo, vamos abordar como é realizado o tratamento para dependentes químicos e de que forma agir para livrar um ente querido dessa situação. Boa leitura!

Conheça alguns números sobre a dependência química no Brasil

É importantíssimo entender que a dependência química é uma doença crônica. Portanto, o tratamento de dependente requer atenção médica profissional e jamais se deve utilizar outros métodos, muito menos a violência e a privação do convívio social. WhatsApp

Além disso, caso algum parente passe por uma situação crítica com o consumo de drogas, saiba que, infelizmente, essa é uma realidade em todo o país e muitas outras famílias encaram a mesma luta todos os dias.

Para se ter uma ideia desse trágico cenário, enquanto o mundo caminha para a redução e o controle de entorpecentes, o Brasil segue em um trajeto contrário, mostrando um aumento significativo no número de pessoas viciadas, especialmente, em drogas como cocaína, crack, maconha e heroína.

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o país é o maior mercado de derivados de ópio (como a heroína) na América do Sul.

O Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) aponta que aproximadamente 600 mil pessoas consomem essa substância no Brasil.

A ineficiência dos órgãos de saúde públicos e a facilidade de acesso aos pontos de venda do tráfico tornam ainda mais vulnerável o jovem brasileiro.

Entenda como funciona um tratamento para dependentes químicos menores de idade

É fundamental saber que há uma variedade de tipos de tratamentos e internações para os usuários de drogas no Brasil.

No entanto, reforçamos que a participação e, principalmente, o acompanhamento constante do paciente por parte dos familiares também são essenciais. Afinal, você deve servir como uma referência e mostrar-se como um porto seguro e motivador para a pessoa vencer essa luta.

Dito isso, vamos, agora, explicar quais são os principais tipos de tratamento para dependentes químicos menores de idade. Confira!

Internação voluntária

Esse é sempre o cenário ideal e perfeito, já que a internação tem o aval e a vontade do próprio paciente que, certamente, está consciente de sua situação e entende a importância de buscar um apoio profissional. Em geral, esse tipo de tratamento torna-se possível por meio de diálogos conscientes entre a família e um incentivo pela procura de um suporte médico.

Portanto, valorize a comunicação com o dependente químico e tente convencê-lo da gravidade da situação, sempre de forma calma, consciente e motivadora e jamais usando a agressividade, o desmerecimento e o medo.

Internação involuntária

Normalmente, a internação involuntária de dependentes químicos acontece em casos nos quais o usuário tenha passado por uma avaliação médica e tal profissional entende a necessidade de um tratamento específico e focado. Ou seja, podemos dizer que ela ocorre, quase sempre, quando o paciente já se encontra em um estágio mais avançado do vício, com riscos à saúde e à segurança das pessoas próximas.

Vale ressaltar que essa medida é garantida pela Lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019, dando o respaldo legal ao médico de solicitar, com o consentimento dos familiares, a internação involuntária da pessoa, ainda que essa venha a resistir ou se contrariar à decisão.

Internação compulsória

Outra forma de tratamento para dependentes químicos se dá por meio da internação compulsória, ou seja, a partir da ordem de um juiz que entende ou vê riscos graves à saúde do paciente e às atitudes perante a sociedade.

Inegavelmente, nenhuma família se sente confortável com essa medida, pois ela é considerada radical e, quase sempre, conta com a rejeição e a desaprovação por parte do paciente.

No entanto, é importante ressaltar que esses casos, normalmente, são solicitados em última instância, quando o usuário se encontra em situação grave e perigosa, tanto para ele como para os demais.

Moradia assistida

Por fim, uma outra modalidade de tratamento para dependentes químicos é a chamada moradia assistida, na qual o paciente vive e atua em uma clínica de reabilitação, mas tem condições de ter uma vida normal fora da instituição.

Em geral, isso ocorre em casos nos quais os médicos e os profissionais da saúde atestam que a pessoa se encontra em uma situação estável ou já tenha se recuperado do vício, mas que por ter um histórico de dependência, ainda se recomenda um acompanhamento terapêutico.

Saiba como funciona uma clínica de tratamento para dependentes químicos menores de idade

Após a internação, cada paciente recebe o tratamento adequado, de acordo com o seu nível de dependência química. O mais indicado é buscar por uma clínica especializada, tanto no tipo de tratamento, como no tipo de público. Por exemplo, há clínicas específicas para o sexo feminino, masculino, assim como para menores de idade.

Em geral, o suporte ao dependente se dá por meio de sessões terapêuticas, atendimento médico profissional, com a participação de enfermeiros e psicólogos, atividades esportivas, medicamentos específicos, desenvolvimento de habilidades e iniciação religiosa voluntária.

Em resumo, esses são os principais tipos de tratamento para dependentes químicos que, sem dúvida, apresentam-se como o caminho mais indicado e eficiente para a recuperação das pessoas.

Antes de finalizar, reforçamos a ideia de que, muito além do atendimento médico e profissional, nada é mais importante do que a participação e o acompanhamento da família em todas as etapas. Sem esse apoio, o paciente pode se ver sozinho e desacreditado e corre o risco de ter recaídas.

E então, as informações do artigo foram úteis e relevantes? Agora que você já sabe quais são os tratamentos para dependentes químicos e como funcionam, compartilhe também em suas redes sociais e ajude outras famílias nessa situação!

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mais informações:

Clínica de recuperação e licença do Corpo de bombeiros
A autorização do corpo de bombeiros e muito importante e fundamental para uma clínica de recuperação, sem ele a clínica de recuperação se encontra irregular.

Todas as nossas clínica de recuperação tem a autorização do corpo de bombeiros para funcionar.
Quando se abre uma clínica de recuperação deve se chamar o corpo de bombeiros para vistoriar a clínica de recuperação isso é de suma importância, pois é desta vistoria que vai sair o laudo que prova que a clínica de recuperação é segura para receber os pacientes.

O corpo de bombeiros vai informar para a clínica de recuperação quais as quantidades de pessoas que podem ficar em cada local da clínica de recuperação, vão informar a clínica de recuperação quantos extintores e de quais modalidades devem ser instalados, vai sinalizar a clínica de recuperação com placas de saída de emergência, vai instalar luzes de emergência nos lugares certos da clínica de recuperação e também vão dar um curso de prevenção a incêndios aos funcionários da clínica de recuperação.

Este é um dos requisitos que a clínica de recuperação precisa para estar em dia com a legislação e sem este laudo dos bombeiros a clínica de recuperação não consegue o laudo da Vigilância Sanitária.

Vemos hoje em dia muitas clinicas sem autorização nenhuma para seu funcionamento, sem extintores de incêndio, sem um curso de prevenção a incêndios, sem luzes de emergência, sem sinalização para uma emergência e isso causa muitos acidentes que poderiam ser evitados se seguissem certo as exigências dos órgãos competentes.

É muito simples evitar acidentes, é inadmissível uma unidade sem extintores, com excesso de pacientes, sem vistorias dos órgãos responsáveis.

Estamos lidando com o que há de mais importante, a vida.

Para maiores informações entrem em contato conosco, estamos a disposição para esclarecer suas dúvidas.

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