O vício em qualquer droga não afeta apenas o usuário. A família também é fortemente impactada pelo problema e, muitas vezes, cabe a ela decidir qual tipo de internação para dependentes químicos deve ser feita.

Para agir da melhor maneira, é fundamental que familiares e pessoas próximas conheçam como funciona o processo de internação. O ideal é que o usuário queira ser tratado e vá para a clínica de reabilitação em pleno acordo, mas em muitos casos, a internação pode ser feita sem o consentimento do dependente químico.

Neste post você vai conhecer o conceito de cada um dos tipos de internação para dependentes químicos e suas principais características. Continue a leitura e tire suas dúvdas!

Internação voluntária

Ocorre quando o próprio usuário de drogas busca por ajuda profissional. Ao perceber os prejuízos que o vício acarreta em sua vida, ou depois de passar por alguma situação muito impactante, a pessoa procura clínicas especializadas ou médicos para solicitar a sua internação por espontânea vontade.

Como primeiro passo ao tomar a decisão pelo tratamento, o dependente químico assina um documento no qual registra a sua autorização para a internação voluntária. A partir daí ele recebe as orientações dos profissionais da clínica para iniciar os cuidados, a desintoxicação e, mais adiante, a reintegração social.

Como a internação é voluntária, ela pode ser encerrada com uma declaração do paciente informando seu desejo do término, o que também pode ser feito pelo médico responsável pelo tratamento.

Internação involuntária

Essa opção de internação é feita em casos nos quais o usuário de drogas é contra a internação, não aceita a sua situação de dependência ou não reconhece os prejuízos que a droga ocasiona em sua vida, se negando a fazer o tratamento.

Assim, a internação involuntária ocorre a partir da autorização por escrito de terceiros. Geralmente, familiares ou responsáveis legais do usuário podem fazer a solicitação e dar andamento no tratamento para dependência.

O pedido é entregue na clínica a qual o paciente será internado, onde será verificado por médicos e profissionais. Estando de acordo, a clínica informa o Ministério Público em até 72 horas e, com a autorização em mãos, é feita a internação.

Internação compulsória

Para casos mais delicados, nos quais não há a necessidade da família solicitar a internação, o pedido é feito pela justiça: o juiz responsável determina a internação e a necessidade de tratamento através de uma formalização por escrito.

A solicitação da internação compulsória se dá diante de um atestado médico emitido por um profissional que ateste a falta de condições físicas, psicológicas e até emocionais do usuário. Assim, a justiça verifica a solicitação, confirma as informações e emite o pedido de internação.

A etapa de internação, principalmente se ela for involuntária ou compulsória, não é uma situação fácil de se lidar, tanto para o usuário quanto para os familiares. No entanto, se faz necessária quando a segurança, a saúde e o bem-estar do usuário de drogas são colocados em risco.

Conhecer os tipos de internação para dependentes químicos é um passo importante para a família, que pode contar com a Clínica Êxodos para isso. Por ser especializada no tratamento de usuários de drogas, ela conta com profissionais capacitados e metodologias eficazes para lidar com toda a recuperação do paciente.

Entre em contato com a Clínica Êxodos previamente, tire suas dúvidas e ajude a quem precisa!

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