maconha porta de entrada

A droga ilícita mais utilizada no mundo pode parecer inofensiva no início de seu consumo, mas assim como qualquer outro entorpecente, também causa dependência e pode gerar diversos danos ao organismo do ser humano. Como se não bastasse, a maconha é porta de entrada de muitas outras substâncias mais tóxicas e pesadas.

É justamente sobre esse assunto que vamos abordar neste post, já que muitos jovens começam o vício pela cannabis — a planta da maconha — e os efeitos iniciais podem parecer leves e divertidos. Porém, ao longo do tempo, os riscos podem ser perigosos e dar uma iniciação sem fim a um mundo desesperador e triste.

Quer saber mais? Então, continue a leitura e tome nota de algumas informações importantes!

Afinal, por que a maconha não é só uma droga leve?

Se comparada às drogas sintéticas, como a cocaína ou o LSD, é evidente que os efeitos da maconha serão bem mais leves. No entanto, engana-se quem acha que, por esse motivo, a erva não cause danos e nem traga riscos aos usuários. A diferença é que esses problemas tendem a aparecer a longo prazo, conforme as doses vão aumentando.

É importante considerar ainda que existem casos de maior exposição a esses riscos, como as pessoas esquizofrênicas, que comprovadamente apresentam efeitos mais fortes ao fumarem ou ingerirem a erva, podendo sofrer com problemas mais sérios de distúrbios, descontroles emocionais e até doenças psiquiátricas mais graves.

Para esses casos, o tratamento deve ser imediato à base de terapias e de suporte psicológico profissional.

E a questão de a maconha ser a porta de entrada de outras drogas?

Pode não ser uma regra geral, mas entre aqueles que têm propensão a desenvolver uma dependência química, a maconha pode ser a principal porta de entrada e as consequências disso são incalculáveis.

Além disso, um estudo brasileiro revela que o uso da cannabis pode piorar os vícios de drogas muito mais perigosas, como a cocaína e o crack. Ou seja, se a pessoa começa fumando maconha e entra no mundo de outros entorpecentes, a tendência é que os efeitos e a dependência se acentuem ainda mais.

Por fim, a afirmação de que a maconha é porta de entrada de outras drogas pesadas também se associa ao ambiente frequentado pelo viciado, em especial quando se trata de jovens e adolescentes. Afinal, são os grupos de amigos que podem servir como o principal canal para experimentações.

Qual é o papel da família nesses casos?

O vício da maconha é, quase sempre, ignorado pelos usuários, justamente por acreditarem que seus efeitos são mais leves. Com isso, abandoná-lo seria apenas uma questão de opção. Na prática, não é bem assim que funciona.

A dependência química é uma doença sem cura e não uma mera escolha. Sendo assim, ela exige tratamentos sérios e acompanhamento médico profissional, especialmente em casos mais graves. São pouquíssimos os exemplos de pessoas que conseguem se libertar do vício por conta própria.

Esse processo de convencimento e conscientização é um desafio constante e o papel da família é fundamental nessa hora. Busque sempre o diálogo, não julgue ou culpe a pessoa pela situação e converse abertamente sobre a disponibilidade de querer mudar o cenário.

Enfim, trata-se de um assunto muito delicado e que, quase sempre, você enfrentará barreiras para falar sobre os riscos e os danos que a droga pode acarretar ao usuário.

A maconha é porta de entrada para drogas mais pesadas, mas os seus primeiros efeitos no corpo são menos agressivos e, portanto, é sempre importante buscar soluções o quanto antes para a situação não se agravar.

Gostou de nossas dicas? Então, compartilhe este post em suas redes sociais e espalhe esta mensagem para outras famílias. A informação sempre será a principal arma contra a dependência química!

Para maiores informações sobre maconha porta de entrada, ou tratamento ligue: (11) 96474-1518

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